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    OS PRIMEIROS AÇOS INOXIDÁVEIS FORAM DESENVOLVIDOS PELA INDÚSTRIA SIDERÚRGICA ALEMÃ NO INÍCIO DO SÉCULO XX. O TERMO GENÉRICO DE “AÇO INOX” ENVOLVE MUITOS TIPOS DE LIGAS DE AÇO COM ELEVADA RESISTÊNCIA À CORROSÃO, QUE SURGIRAM COMO RESPOSTA ÀS SOLICITAÇÕES DA INDÚSTRIA.
    Aço Inoxidável Aço Inoxidável

    O aço inoxidável é reciclável e resulta ele mesmo em grande parte da reciclagem de sucatas.

    Uma das grandes vantagens da utilização de aços inoxidáveis é não requerer tratamento superficial galvânico para lhe conferir o acabamento final. Desta forma todos os processos industriais químicos, quase sempre poluentes, associados à galvanoplastia foram suprimidos, conseguindo-se acabamentos de muita qualidade em tudo idênticos ao “cromado” no caso de aço polido ou acabamentos “mate” no caso de aço satinado ou areado ou acabamento industrial “Raw”. Existe ainda a possibilidade de realizar acabamentos especiais sobre o aço inoxidável, recorrendo a tecnologia “PVD” ( Physical Vapor Deposition ), obtendo-se productos com maior dureza superficial e com cores diferentes do aço, como é o caso do dourado ou negro. Normalmente o aço inox é “reparável” por processos mecânicos ou químicos, conseguindo-se recuperar o aspecto duma peça nova mesmo após muitos anos de uso.

    Os aços inoxidáveis são uma liga metálica que contém, entre outros elementos, crómio, níquel e molibdénio os quais conferem grande resistência à corrosão. A resistência à corrosão deve-se sobretudo ao crómio. Para um aço ser considerado “inoxidável, deve conter no minimo 10,5% de crómio. A resistência à corrosão deve-se a uma película de óxido de crómio formada na superfície do aço que funciona como auto-protectora.

    O processo de formação desta “pelicula” também é conhecido por passivação. O níquel altera basicamente as características mecânicas do aço em termos de dureza com o objectivo de melhorar a sua mecanização.

    EN AISI C max. Mn max. Si max. S max. P max. Cr Ni Mo
    EN.1.4301 AISI 304 0,07 2,00 1,00 0,30 0,045 17 - 19,5 8 - 10,5 0
    EN.1.4401 AISI 316 0,07 2,00 1,00 0,30 0,045 16,5 - 18,5 10 - 13 2,0 - 2,5
    EN.1.4016 AISI 430 0,08 1,00 1,00 0,30 0,040 16 - 18 0 0
    EN.1.4372 AISI 201 0,05 7,00 --- --- --- 17 3,6 ---
    EN 1.4401 ( AISI 316 ) Austenítico

    É ligeiramente mais resistente á corrosão comparativamente ao AISI 304.

    Aço não magnético ainda que se possa converter em ligeiramente magnético no caso de ser maquinado. Aconselhado para zonas de elevada salinidade, por exemplo em zonas costeiras ou em ambientes muito poluídos, ou em contacto com produtos químicos agressivos, ácidos e bases.

    Possui teôr mínimo de crómio 18% e níquel 10%, 2% de molibdénio.

    EN 1.4301 ( AISI 304 ) Austenítico

    É um dos aços inoxidáveis de uso mais generalizado na construção e indústria.

    Aço não magnético ainda que se possa converter em ligeiramente magnético no caso de ser maquinado.

    Possui uma excelente característica de dureza e resistência à corrosão. Teôr mínimo de crómio é de 18% e de níquel 8%.

    EN 1.4372 ( AISI 201 ) Austenítico

    É um aço inoxidável com baixo teor de níquel, sendo por isso de elevada dureza.

    Resistência à corrosão é aceitável na maioria das aplicações , excepto nas zonas costeiras ou fortemente poluídas.

    Aço não magnético ainda que se possa converter em ligeiramente magnético no caso de ser maquinado.

    Possui teor mínimo de crómio 17%, níquel 3,6% , Manganésio 7%.

    EN 1.4016 ( AISI 430 ) Ferritico

    Aço inoxidável de uso geral na indústria alimentar. Utilizado normalmente em atmosferas não agressivas. Aço magnético, com aceitável resistência à corrosão. Acabamento superficial de elevada qualidade.

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